“I’m not weird. I am limited edition.” (??!!)

Será? Algo a meditar.

Tenho esta citação já há um par de anos, emoldurada. Relembra-me que estamos continuamente sujeitos ao escrutínio e ao juízo crítico. E que o ego de uns procura sempre enaltecer-se pelo espezinhamento dos outros. Algo que evito, por saber o quanto magoa. Mas nem sempre é possível. Face a tal situação, para não alimentar a raiva mal contida de quem perdeu o tino, deixo assestar baterias e sirvo de alvo de críticas, por ser diferente. A criatura liberta a bílis que a incomoda. A mim, não provoca mossa, que é como quem diz, “os cães ladram e a caravana passa”. Tudo passa. Viro costas, fecho a porta e afasto-me. Simples. Taxonomias à parte, o resultado final é sempre o mesmo: eu já não estou.

Conclusão: sou de edição limitada, na medida em que permaneço indiferente aos juízos críticos de outrem. A consciência do meu valor não é mensurável pela opinião dos outros. Todos podemos ser de edição limitada. Está nas nossas mãos.