To make you feel… whatever I feel

 

Ouço a Adele, enquanto escrevo. Uma balada triste, que versa sobre o que somos capazes de fazer para que o nosso objeto de amor sinta a intensidade do sentimento que lhe dedicamos. No meu caso, faz-me ter vontade de te dizer que sentimentos distintos se apoderam de mim, sentimentos tumultuados que me deixam exausta, sem forças. Quero gritar, mas não consigo, a voz falha. E a raiva fica por expressar, raiva de não poder dizer o quanto me magoa a distância e  o modo ligeiro com que encaras os quilómetros que se interpõem entre nós. Quero, igualmente, poder dar livre curso às minhas lágrimas, porque a solidão que fica devasta qualquer tentativa de sentir nada mais do que o vazio, e este é corrosivo. Quem dera que pudesses sentir isto!

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