A verdadeira medida de um homem

 

“A verdadeira medida de um homem não é como ele se comporta em momentos de conforto e conveniência, mas como ele se mantém em tempos de controvérsia e de desafio.”

                      Martin Luther King

Este pensamento surge na altura certa. Todos nós agimos mais ou menos de forma socialmente correta no dia-a-dia. Não temos por hábito ser grosseiros. Mostramos um ar pacato, simpático, até, cativante para algumas pessoas.

Mas, e quando começam a surgir os problemas? A nível laboral, por exemplo? Cerramos os dentes e fabricamos um sorriso mascarado, de quem supera tudo. A intranquilidade instala-se. Ficamos perturbados. O nosso cérebro é um turbilhão de ideias.

E, em vez de procurarmos consultar algum colega, ou após terminar o trabalho, caminharmos, tentarmos desanuviar as ideias, sem ninguém a perturbar, o que fazemos? Rumamos a casa, carregados com a fúria que não deixámos à saída do emprego e vamos descarregar sobre quem nos está mais próximo a raiva e a tensão acumuladas. Em suma, o nosso mau feitio.

Sejamos honestos, nos momentos críticos, não procuramos apoio, nem afeto, queremos amarfanhar. Mas este não é um homem ou uma mulher, são, naquele momento, miúdos mal-educados que devem ser deixados sozinhos até caírem em si e verificarem o disparate cometido. Um homem ou uma mulher de verdade procura o diálogo nos momentos difíceis, durante as lutas interiores que trava, busca a ajuda de quem lhe está próximo e a ajuda perante os desafios. Não combate, faz alianças.

Este é o meu tipo de homem e a mulher que gostaria de ser.

Obs.: Esta citação é uma das que recebo da organização I Have The Power, que integro como afiliada. Todos os dias me envia um Pensamento do Dia, para reflexão e que me permite encarar o dia-a-dia com outra perspetiva. Comigo funciona

 

Sejam felizes!

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Por motivos pessoais, afastei-me voluntariamente da Web (redes sociais e blog). Eis-me de volta com uma frase de Lian Tzu.

“Se queres ser feliz amanhã, tenta hoje mesmo.”

Lian Tzu

Parem um momento e meditem comigo o quanto esta frase curta encerra de ensinamentos. Passamos a maior parte da nossa vida em busca de ideais. Queremos a casa perfeita, o carro topo de gama, a conta bancária a transbordar para os nossos banhos à Tio Patinhas. Nesse lufa-lufa onde cabe ser feliz? Garantido, amanhã vamos ser as pessoas mais felizes à face do planeta.

E neste ideal de sonho, não nos podemos esquecer da escolha do companheiro. Mas tanto idealizámos que ninguém consegue corresponder às expectativas. E os dias vão passando. Os meses vão passando. Os anos vão passando. E, quando nos apercebemos, deixámos para trás seres humanos lindíssimos, inteligentes, carinhosos, cujo único defeito era não caberem no nosso ideal preformatado. Porque não temos vontade ou capacidade de realmente nos ligarmos afetivamente a ninguém e o ideal é a desculpa de quem tem medo de se magoar. Daí que sugiro a todos aqueles que anseiam por ser felizes, que agarrem as oportunidades que surgem quando elas aparecem. Arrisquem e apreciem o momento. Não fiquem à espera do ideal que vos vai fazer feliz amanhã. O mundo está cheio de gente só, arrependida e amarga.

Sejam felizes hoje mesmo!

Obs.: Esta citação é uma das que recebo da organização I Have The Power, que integro como afiliada. Todos os dias me envia um Pensamento do Dia, para reflexão e que me permite encarar o dia-a-dia com outra perspetiva. Comigo funciona!

 

We all have the power

Melhores Pessoas Conseguem Melhores Resultados com I Have the Power

O título pode, inicialmente, parecer-vos estranho porque vou escrever sobre uma pessoa. Mas continuem comigo e, brevemente, entenderão.

Adelino Cunha poderia ser um ilustre desconhecido, se fosse um homem acomodado. Filho de um empregado de escritório e de uma comerciante, pessoas com visão que sempre o incentivaram a não se restringir ao meio em que vivia e a procurar superar-se – “Filho, começa a cavar o poço antes que te falte a água” (CUNHA, 2014:p.17) –, cedo aprendeu que, para gerar receitas e conseguir alguma folga financeira, há que mudar de mentalidade, não se acomodar, trabalhar mais horas para além do horário do emprego, com uma diferença: estas horas extraordinárias devem ser dedicadas em benefício próprio, num projeto autónomo, viável, que permita a criação do nosso próprio negócio, a par do emprego.

Homem de visão, valoriza a formação contínua, a formação ao longo da vida, necessária ao desenvolvimento pessoal e à melhoria da qualidade de vida de cada um. E é nesse sentido que acredita no valor da ajuda ao próximo, fornecendo as ferramentas e o incentivo que permitam contribuir para melhorar as vidas daqueles com quem se cruza, quer financeiramente, quer ao nível pessoal, pois como refere, “não quero ser um pescador, mas, sim, criador ou gerador de pescadores (idem:p.12).

DeZero

No seu livro De zero à esquerda a zero à direita, o autor explica, de forma simples, como, através do Networking, é possível alavancar duma situação de dificuldade financeira ou mesmo de desemprego e, com muito empenho (sim, aqui não há venda de banha da cobra!) trabalho, resiliência (preparação para os “nãos”), se pode construir um negócio, desde que estruturado. Ele próprio regista a sua experiência e ilustra com exemplos divertidos. Um livro a não perder!

É aqui que o título do artigo ganha significado. Adelino Cunha é formado em Matemáticas Aplicadas – Especialização de Computadores. Foi Professor Universitário e Administrador de uma empresa de software. A sua busca por uma resposta e uma solução para a razão pela qual algumas pessoas triunfavam em detrimento de outras, conduziu-o por um caminho de estudo e à criação da sua própria empresa, a SOLFUT, LDA. Posteriormente, regista a marca I HAVE THE POWER, um sistema para treinar as pessoas para o êxito. Constituída por sete academias direcionadas para diferentes áreas, prestam assistência, ministram cursos, fornecem produtos e serviços que visam o desenvolvimento pessoal de quem os consulta.

Como vê, é possível.

WE ALL HAVE THE POWER!

Reflexões em modo menor

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Vim do pó, a ele retorno; quer lute muito, pouco ou nada. Para quê as máscaras, as armaduras que envergamos, se apenas nos alheamos dos outros e de nós?! Escondemos quem somos em aparências mais ou menos vistosas para nos protegermos, não baixarmos a guarda, e por medo de descobrirmos quem somos realmente. O nosso EU verdadeiro. E, paulatinamente, caminhamos para o isolamento, a nossa torre de marfim.

Simplifiquemos. Temos falhas. A nossa maior ambição não deve ser que gostem de nós, nos admirem. Que se lixem os outros! Que me chamem maluca. Que me importa. Não preciso do seu reconhecimento. Vamos começar por “arrumar a casa”. Depois, quem interessa, permanece. Os outros, eram apenas ruído.

Cookie

Captivating

 

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It was love at first sight. We were still mourning Puccini’s death (yeah, we cried for our four legs friend), we went to fetch you to the vet. You were the shyest, the skinniest and shrunken of the three kitten the vet showed us.

We have chosen you for your baby blue eyes, always half closed, mysterious. We didn’t know what was waiting for us. You were, and are, a terror. Deceiver. Demanding. But yet, a sweet.
Time became us, friends. Each one has her own space. Both felines. Sometimes we appreciate and respect being together watching a movie or just playing. There are times when I work and you snuggle up. Other occasions we just stay away. We need our independence. You go to your loft. I close myself in the office, doing my stuff.
We learned the flaws of each other. I believe you put a spell on me, Cookie. The way you are. Your ability to give and ask for tenderness. Is delightful. And, what about your captivating eyes? They hypnotize, charm and seduce.
Cookie, you’re the craziest cat I ever met. Half cat, half monkey, with your jinks you make ironing, one of my painful tasks, to look fun. And you’re cheeky! When I’m working on the laptop you start walking over the keyboard, curling your tail, just telling me it’s time to finish and pay you some attention.
At night, we still have our little game, don’t we? The sneak and hide before going to bed. If I forget that, you star mewing in a very sad way, almost if you were crying. Then I get up and bring next to me.
You’re such a baby, Cookie!

Meander

via Daily Prompt: Meander

Meander, winding, to slip away. A common practice nowadays. Evasion of responsibilities. Meanders hurt, they hit others. I speak for myself, I wasted twelve years of my life devoted to my husband. In vain.

I mean, when you control the existence of others, their wellbeing, you seek for reciprocity. That´s when the meanders emerge. There’s always someone willing to slip away. Their overwhelming jobs force them to end the relationship. But that’s not the worse excuse you can hear. They might tell you that you are not quite the ideal of beauty they fantasied. OK, you´re not the Prom Queen they were expecting. Everything goes when it comes to slipping away from us.

Living in the female universe is tough. Either we accept the rules imposed by the stone creatures (the men), telling us how we should behave and look, our measures as if we were livestock, and we live in the meanders of a chauvinist universe, where we are invisible dolls without a will of our own, knowing that values like trustworthiness, belief, are just empty words, or we say NO and see them walk away. There they go, slinky, soap opera actors who lost their role because the script was changed.

These are the meanders of my life. In relationships, either you settle what you accept from each other from the beginning, or soon your relationship will end, lost in the lack of authenticity of what remained silenced.

That’s why I remain alone.

Automaquilhagem com a Yves Rocher

Quem me conhece sabe que é raro o dia em que saio de casa sem o meu “toque” de maquilhagem. Ou estou a morrer, ou corro em desespero, atrasada para chegar ao emprego. Caso contrário, não é possível permitir que me confundam com o Rudolfo, a simpática rena de nariz vermelho que ilumina o caminho do Pai Natal. Sei lá se ainda me pedem presentes!

Conhecedora desta “panca” (acho que ela tem poderes de pitonisa), a minha amiga Lúcia arranjou-me um convite para um Workshop de Automaquilhagem, promovido pela Yves Rocher. Acontece que sou consumidora dos produtos da marca e gosto das texturas e da composição. Cosmética vegetal, muito trendy atualmente, a Yves Rocher já existe há muito. Infelizmente, não tem celebridades badaladas a dizerem que não podem viver sem um produto qualquer. Adiante.

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No dia 24 de fevereiro, apresentei-me no DISTRICT – Offices & Lifestyle, na Rua Augusto Rosa, n.º 39, ligeiramente atrasada relativamente às 15 horas indicadas no convite. UPS! Não havia como errar. Um painel indicava a sala. Bati à porta e entrei. Glória, aleluia! Numa sala acolhedora caras sorridentes receberam-me como se me conhecessem há séculos.

 

Apresentações feitas, o grupo preparou-se para receber as dicas da maquilhadora profissional Kika Antunes Teixeira, de como realizar uma maquilhagem rápida e ficaz para usar no dia-a-dia.

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O profissionalismo da maquilhadora, contudo, levou a que fornecesse diversas instruções para uma pele bem cuidada, desde os cuidados primários de higiene (desmaquilhar, limpar, hidratar) até aos passos a percorrer para uma apresentação final cuidada.

Enquanto explicava, Kika Antunes Teixeira exemplificava cada fase do processo de maquilhagem na modelo Patrícia Silva. Posteriormente, corrigia cada uma das participantes na sessão. Esta atenção personalizada foi fundamental, visto que cada uma ficou a conhecer truques dirigidos a aspetos particulares.

Esta formação destacou-se dos vídeos que estamos habituadas a assistir em diferentes sites pela interação criada entre a profissional de maquilhagem e as participantes no Workshop e pelo cuidado que existiu em atender às necessidades de cada uma de forma personalizada.

À organização, à Kika, à Patrícia e ao grupo, só posso dizer o seguinte: foi CINCO ESTRELAS!